Por: Trezze News
(Com base na análise do canal Julio Ettore e trajetória da banda)
Enquanto eram ignorados em seu próprio país, o trio de rock pesado Black Pantera explodiu nos palcos da França. A ironia? Saíram direto do Centro da Música Sertaneja de Uberaba — epicentro de um gênero que simboliza, para muitos, a “brazilidade branca” — para desafiar rótulos racistas como “rock é coisa de branco”,
QUEM É A BLACK PANTERA?
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Gênese: Surge em 2020 da fusão entre o legado do rock brasileiro e a periferia negra, criando um thrash metal com letras afiadas sobre racismo e desigualdade.
O FURO DO VÍDEO DO JULIO ETTORE:
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O Contraste Uberabense: A banda nasce no berço do sertanejo
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Revolução Sem Fronteiras: Ignorados pela mídia brasileira, viralizaram na França após show histórico no Hellfest (maior festival de metal do mundo), chamando atenção da mídia internacional.
POR QUE SHANYENNE TEM RAZÃO?
A fala da artista ecoa o que a Black Pantera encarna: o rock foi inventado por negros (Chuck Berry, Sister Rosetta Tharpe), mas foi branqueado pela indústria. A banda resgata essa origem e a torna política:
“Somos a prova de que o rock não tem cor. Tem luta.” — Glauco Fernandes em entrevista.
SUCESSO NA FRANÇA × INVISIBILIDADE NO BRASIL:
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Paris, Lyon, Hellfest: Lotaram casas com músicas como “Não Obedeço” e “Pode Mexer”.
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Uberaba: Saíram do Centro da Música Sertaneja (local de ensaios) para o mundo, mas seguem sem apoio local.
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Vídeo do Julio Ettore:
QUE BANDA É ESTA? SUCESSO NO EXTERIOR, O ‘BLACK PANTERA’ COLOCA FOGO NO ROCK NACIONAL
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Ponto Crítico: A Black Pantera não é só uma banda — é um manifesto político com distorção e bateria. Enquanto o Brasil os ignora, a Europa os celebra. Uberaba, agora, precisa decidir: continua os tratando como “forasteiros do sertanejo” ou abraça sua revolução?
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