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Epstein e o sionismo – ICL Notícias


O quadro abjeto apresentado ao público pelos arquivos Epstein não assusta apenas pelos horrores indescritíveis a crianças e pessoas indefesas. Assusta também pelo fato de que tudo foi feito em nome do sionismo e de seu supremacismo racial. Essa foi a real força motriz de tudo que aconteceu. Toda a rede de prostituição infantil de Epstein foi financiada pelo lobby sionista – dinheiro do Mossad, dos Rothschild e de quem mais vai aparecer ainda. O intuito era criar uma rede industrial de chantagem de políticos americanos e ingleses, e de bilionários corporativos, para extrair apoio e condescendência aos interesses do grupo: muito especialmente a limpeza étnica dos palestinos e o expansionismo no Oriente médio.

Houve vozes que tentaram alertar para o perigo, que nos chegam agora via redes sociais, mas nunca ninguém deu crédito a eles. Esse descrédito não aconteceu por acaso. Foi montada depois da Segunda Guerra Mundial uma operação de proporções gigantescas, da qual Hollywood (controlada também por judeus sionistas) foi apenas uma das suas engrenagens, para tornar o povo judeu e Israel em uma espécie de “vítima eterna” aos olhos do mundo. O sionismo cafetinou o holocausto para seus próprios propósitos.

Foi isso que permitiu que até hoje o holocausto fosse usado como a desculpa perfeita para legitimar, por sua vez, o holocausto praticado pelos próprios judeus contra os palestinos.  Com total apoio do lobby sionista que domina boa parte da imprensa americana e mundial, além da indústria cultural mundialmente hegemônica, construiu-se o golpe mais torpe: elevar o holocausto ao maior crime da humanidade, permitindo, com isso, tornar Israel sempre vítima, mesmo quando estivessem roubando, violando e assassinando todo um povo indefeso desde 1948. Afinal, antes de Trump ninguém queria ser confundido com um nazista.

Assim, qualquer crítica a Israel, como acontece até hoje, passa a poder ser desacreditada como antissemitismo, o que equivale a uma sentença de morte para qualquer político, especialmente americano ou europeu. Nas minhas redes sociais, quando disse que não via nada diferente entre as câmaras de gás nazistas e a brincadeira de tiro ao alvo feita pelos soldados israelenses aos palestinos esfomeados que correm em direção de comida, os sionistas logo sacam da cartucheira o velho e muitas vezes abusado argumento: “você está relativizando o holocausto”. Este embuste vergonhoso ainda é o escudo de proteção para os assassinos sionistas continuarem a matar impunemente. Nada nem ninguém é mais parecido com um nazista do que um sionista. E a maior parte do povo judeu hoje é sionista. Isso hoje é um fato. Desagradável, mas é verdade. A maioria, claro, é covarde em silêncio.

De resto, tudo é mentira. Os supostos ancestrais dos judeus da “Terra Santa”, que legitima o apelo religioso da terra prometida, é uma fraude, já que os que vieram depois de 1948 eram húngaros convertidos na Idade Média. Foi tudo apenas roubo das terras de palestinos que receberam os judeus de braços abertos e foram depois assassinados, violados, e expulsos para o deserto ou para a Faixa de Gaza, criada para confinamento humano. Só não vou dizer que é exatamente o mesmo princípio dos campos de concentração nazistas por que, claro, não quero “relativizar o holocausto”. Foi com base nesta fraude e nesta mentira que toda a política de Israel foi construída.

Assim sendo, Jeffrey Epstein não é um acaso nem muito menos um caso isolado. Ele é o produto mais perfeito de gente que se acredita “eleita de Deus” e separa o mundo entre pessoas que merecem ajuda e proteção e o resto que deve levar um tiro na cabeça. Isso tudo legitimado “religiosamente”. O desprezo de Epstein reflete apenas o desprezo do sionista a gente que é degradada, religiosamente, a subagente sem direitos. Os arquivos de Epstein são a continuação da limpeza étnica sionista com outros meios. Mas os dois estão juntos e misturados como dois gatos siameses.





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