Nos últimos dias, o coronel Claudenir Barbosa tornou-se alvo de uma intensa discussão nas redes sociais após uma entrevista em um podcast que gerou acusações, ofensas e uma série de desentendimentos públicos ao comentar as ofensas proferidas pelo então vereador de Manaus Sargento Salazar. O militar alega que sua honra e sua família foram alvo de ataques caluniosos, resultando em uma onda de comentários agressivos e debates acalorados em diversas plataformas digitais — conflito que persiste até o momento.

Em busca de esclarecer os fatos e apresentar sua versão dos acontecimentos, o coronel concedeu uma entrevista descontraída e exclusiva ao Portal TREZZE News. Na conversa, ele aborda os principais pontos da controvérsia, responde às críticas e detalha como o episódio afetou sua vida pessoal e profissional.
A seguir, confira os principais momentos desse diálogo e entenda os dois lados dessa história que ganhou repercussão no Amazonas.
A redação do portal e site de notícias TREZZE NEWS:
Perguntas para o Coronel Claudenir Barbosa:
Sobre o Vereador Sargento Salazar:
1. O senhor afirmou que o vereador Sargento Salazar “cheira pó” e comete crimes. Que provas concretas possui? CCB: Na realidade, as provas que eu tenho, guardo pra mim, caso ele me processe. Mas todo mundo sabe na polícia, dessa conduta dele!
2. Quais crimes específicos ele teria cometido? Pode citar inquéritos ou processos em andamento? CCB: O crime que ele teria cometido, tá lá, ele tá respondendo por alguns. O crime que ele cometeu contra mim foi de calúnia. Me caluniou no grupo e ofendeu minha família.

3. Por que decidiu fazer essas acusações agora? Há motivação política? CCB: Eu fui zoar ele no gupo e ele me atacou e eu respondi. Chamei ele de Burrão!!! e ele partiu pra calúnia! Acho que ele tava cheirado! rsrs… Acho que o fato de ter perdido pro David nas eleções, eles estão magoados pela derrota para o David!
4. Já apresentou essas provas ao MP ou à corregedoria? Se não, por quê? CCB: O que fiz é uma defesa minha, se ele quiser me processar que venha e eu me defenderei provando como já disse.
5. O vereador pode processá-lo por difamação. Como se defenderá? CCB: A verdade é uma rocha! Ele me acusou primeiro e a população precisa saber a verdade! A tropa não elegeu o Salazar! Precisamos resgatar a verdade!
6. Há testemunhas ou colegas da PM que confirmam suas denúncias? CCB: Toda polícia sabe qual é a história do Salazar, Todo policial isento sabe, a história dele e do sócio dele o Kidson que ia ser expulso da polícia aí entrou nessa de esquisofrenia. Como é que tem porte de arma hoje e tem empresa de segurança? Então os caras vivem de enganar as pessoas de ludibriar. São uns verdadeiros 171.
Sobre o Deputado Federal Capitão Alberto Neto:
7. O senhor sugeriu que a promoção do Capitão Alberto Neto na PM foi irregular. Que indícios tem disso? CCB: É a missão deles lá dar proceguimento. É irregular, na constituição diz, o camarada que é candidato ele tem que se afastar das suas funções de policial militar, já não se afastou, fez o curso pra major, aí no dia 17 de dezembro ele foi diplomado. A constituição diz no art 14: Ao ser diplomado ele vai automaticamente para a reserva e na reserva ninguém pode ser promovido e nao completou o interticio, toda comissão de promoção sabia disso, Wilson Lima sabe disso e ninguém tomou nenhuma providencia. Estão todos caladinhos! Era pra ser inelegível inclusive!

8. Houve interferência política em sua ascensão? CCB: Não! Por tudo que eu fiz nessa polícia, onde trabalhei, conheço tudo, ou seja: por merecimento, aqueles que deram sua vida. Nunca pedi pra ir pra canto nenhum, sempre fui convidado, nunca pedi título nenhum, hoje eu sou cidadão de várias cidades do interior, honras, mensões, moções é porque alguém me indicou. Uma coisa que fiz foi me propor a trabalhar!
9. Teve conflitos anteriores com Salazar ou Alberto Neto? Isso influenciou suas denúncias?
CCB: Não, nunca tive conflito pessoal na tropa com nenhum dos dois. Com o Salazar foi esse agora o Alberto Neto só foi o ano passado as denuncias que eu fiz no MP porque ele é aliado do Governador Wilson Lima e o GOV WL tava me perseguindo, e perseguindo outros policiais, transferindo pro interior, policial com criança pequena e tal.
10. Como reage a quem diz que suas declarações são “vingança política“? CCB: A questão não é política, a questão é sobre a verdade! e sobre quem defende a tropa e sobre quem é fake e FANTA!
11. A PM-AM sofre influência de políticos? Isso prejudica a corporação? CCB: Com toda certeza, quem leu a entrevista sabe do que estou falando.
12. O senhor reafirma o desafio de um debate cara a cara com o Sargento Salazar? Estaria disposto a confrontá-lo diretamente com as provas que diz ter? CCB: A hora que ele quiser, onde ele quiser!
13. Notamos na entrevista ao podcast do jornalista Moisés Dutra que o Sr afirmou ter propostas para a segurança pública. O Sr quer falar sobre? Aproveitando: o Sr é candidato? Ou seria? CCB: Sim! Estou a disposição para conversar com os partidos. O político tá lá para fazer o querer do povo e para o povo! posso ter meu nome a disposição para quem quiser fazer valer a democracia!
As declarações concedidas ao portal, são todas de responsabilidade do entrevistado.






