A Justiça do Amazonas revogou a prisão preventiva de Kamila Fernanda Alves de Almeida, investigada em um caso de grande repercussão no estado. A decisão substitui a medida por um conjunto de restrições judiciais, enquanto o advogado apontado pelas investigações como responsável por planejar, executar e gravar o crime permanece preso.
A determinação foi proferida pelo juiz responsável pelo processo, que entendeu não haver, neste momento, elementos suficientes para justificar a manutenção da prisão preventiva de Kamila. Segundo a decisão, medidas cautelares diversas da prisão são consideradas adequadas para assegurar o andamento do processo.
Entre as condições impostas pela Justiça estão o comparecimento periódico ao Poder Judiciário, proibição de manter contato com a suposta vítima e o cumprimento de outras determinações estabelecidas durante a investigação.
Advogado continua preso
Em relação ao advogado investigado no mesmo caso, a situação permanece inalterada. Conforme os autos, ele continua preso preventivamente por ser apontado como o principal articulador da ação criminosa, além de, segundo a investigação, ter participado diretamente da execução e realizado o registro em vídeo do crime.
A decisão judicial analisou individualmente a situação de cada investigado, mantendo a custódia do advogado diante dos elementos reunidos até o momento e revogando apenas a prisão de Kamila.
Processo segue em andamento
Apesar da mudança na situação processual de Kamila, a investigação continua em curso. A revogação da prisão preventiva não representa absolvição nem encerra a ação penal, significando apenas que a Justiça considerou possível a continuidade do processo com a aplicação de medidas cautelares.
As autoridades seguem acompanhando o cumprimento das determinações judiciais enquanto o caso avança para as próximas fases processuais.
Veja decisão:
soltura- (1)








