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Omar Aziz destaca delegado Tayah como nome estratégico para segurança pública do Amazonas

Durante encontro realizado nesta quarta-feira (26), senador ressaltou a experiência do delegado Tayah e apontou sua atuação como importante para projetos de segurança pública; na mesma semana, Tayah também ganhou espaço no debate ambiental ao defender uma política nacional de arborização urbana

O delegado Tayah, candidato a deputado federal pelo Amazonas, ganhou destaque no debate político estadual nesta semana após ter sua experiência na área de segurança pública ressaltada pelo senador e candidato ao Governo do Amazonas Omar Aziz.

A manifestação ocorreu na noite desta quarta-feira (26), durante encontro do movimento Amazonas Democracia e Resistência, que reuniu representantes e integrantes da esquerda amazonense para um diálogo com Omar sobre os desafios do estado e as prioridades para uma eventual nova gestão.

Durante sua participação, Omar destacou Tayah ao abordar a segurança pública, área que ocupou espaço importante em sua passagem pelo Governo do Amazonas. O senador relacionou os desafios atuais do setor à necessidade de contar com pessoas que conheçam a realidade das forças policiais e tenham capacidade de contribuir para a formulação de políticas públicas.

Nesse contexto, Tayah foi apresentado como um nome com conhecimento técnico e experiência prática na área, especialmente por sua trajetória como delegado, professor e estudioso da segurança pública.

Segurança pública aproxima propostas de Tayah do debate para o governo

A manifestação de Omar ganha relevância política porque ocorre em meio à campanha eleitoral e aproxima duas agendas que possuem pontos de convergência: a preocupação com a segurança pública apresentada pelo candidato ao governo e as propostas defendidas por Tayah para o setor.

Ao longo da campanha, o delegado tem sustentado que o enfrentamento à violência precisa ir além do policiamento ostensivo, incorporando inteligência, tecnologia, prevenção, valorização profissional, produção científica e políticas sociais.

A proposta é tratar a segurança pública de maneira integrada, combinando repressão qualificada ao crime com prevenção e ações capazes de enfrentar fatores sociais relacionados à violência.

Entre os temas discutidos durante o encontro também esteve a dependência química, questão que exige articulação entre segurança pública, saúde e assistência social.

A experiência de Tayah nesse campo inclui iniciativas de caráter social desenvolvidas a partir da atividade policial, como o projeto Delegado Legal, citado no contexto de sua trajetória profissional.

A sinalização feita por Omar também projeta uma possível articulação entre os governos estadual e federal caso ambos sejam eleitos. Com Tayah na Câmara dos Deputados, a expectativa política apresentada por seus apoiadores é de que sua atuação em Brasília possa contribuir para a construção e viabilização de projetos destinados ao Amazonas, particularmente nas áreas de segurança pública e prevenção social.

Experiência técnica como diferencial

Tayah tem defendido uma concepção de segurança pública baseada em evidências e planejamento.

A ideia é aproximar a atividade policial da produção científica e utilizar dados, inteligência e novas tecnologias para orientar decisões, sem abandonar uma perspectiva humanizada da atuação do Estado.

Essa abordagem também aparece nas propostas relacionadas à recuperação de pessoas em situação de dependência química, à prevenção da violência e à reinserção social.

Ao destacar o delegado durante sua fala, Omar colocou essa experiência no centro de uma discussão que deverá ocupar espaço relevante na campanha para o Governo do Amazonas.

Para Tayah, o desafio é fazer com que políticas de segurança deixem de ser apenas respostas emergenciais e passem a integrar um planejamento permanente do Estado.

Tayah também ganha espaço com proposta ambiental

O protagonismo do delegado nesta semana não ficou restrito à segurança pública.

Tayah também apresentou uma proposta voltada ao enfrentamento das temperaturas extremas e dos efeitos das mudanças climáticas nas cidades brasileiras, com atenção especial à realidade de Manaus.

A iniciativa prevê a criação da Política Nacional de Arborização Urbana e Resiliência Térmica, transformando a arborização das cidades em instrumento permanente de proteção contra o calor.

A proposta estabelece metas progressivas de cobertura arbórea, especialmente para capitais e grandes centros urbanos, acompanhadas de planos permanentes de manutenção.

Isso significa que a política não ficaria limitada ao plantio de árvores. O planejamento envolveria também irrigação, poda, acompanhamento e reposição das espécies, evitando que programas de arborização sejam reduzidos a ações pontuais.

Mais sombra em escolas, postos de saúde e paradas de ônibus

Outro eixo defendido por Tayah é a criação de uma estratégia nacional de sombra urbana.

A prioridade seria ampliar a arborização em locais onde a população permanece mais exposta ao calor, incluindo calçadas, escolas, unidades de saúde e paradas de ônibus.

A proposta pretende ainda direcionar investimentos para regiões identificadas como ilhas de calor, priorizando bairros e comunidades mais vulneráveis.

O princípio é fazer com que os recursos públicos sejam aplicados inicialmente nas áreas onde as temperaturas e a exposição da população ao calor representam problemas mais graves.

A política prevê ainda incentivos federais aos municípios que cumprirem as metas de arborização e preservação estabelecidas.

Na Amazônia, Tayah defende que a implementação desse modelo priorize espécies nativas, associando arborização urbana à valorização da biodiversidade regional.

“Árvore não é decoração. É sombra, saúde, qualidade de vida e infraestrutura contra a mudança do clima”, afirma Tayah.

Manaus no centro do debate climático

A proposta ganha dimensão particular em uma cidade como Manaus, onde os períodos de calor intenso ampliam o debate sobre arborização, planejamento urbano e adaptação às mudanças climáticas.

Na avaliação apresentada pelo delegado, o enfrentamento ao calor extremo precisa deixar de ser visto exclusivamente como uma questão ambiental.

A Política Nacional de Arborização Urbana e Resiliência Térmica parte da compreensão de que temperaturas extremas também envolvem saúde pública, planejamento urbano, mobilidade, justiça climática e qualidade de vida.

Com as duas agendas apresentadas nesta semana, Tayah procura consolidar sua atuação em áreas distintas, mas conectadas pela formulação de políticas públicas: de um lado, segurança pública baseada em conhecimento técnico e prevenção; de outro, planejamento ambiental voltado à adaptação das cidades às mudanças climáticas.

O reconhecimento público feito por Omar Aziz durante o encontro desta quarta-feira reforçou especialmente o primeiro eixo e colocou a experiência de Tayah em segurança pública no debate sobre os projetos para o futuro Governo do Amazonas.

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